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quinta-feira, 4 de julho de 2013

SOBRE A UNIDADE


Como devemos entender aquela "unidade", que deve existir entre os cristãos, solicitada por Jesus? (João 17.21). A "unidade" como uma "unificação" de pensamentos ou de atitudes me parece algo difícil de ser concretizado neste mundo, porque fomos inseridos numa sociedade pluralista e criados em sistemas educacionais bem diversificados. Na igreja não é diferente! Se numa mesma linha teológica já há divergências, quanto mais numa diversidade de teologias! Eu penso que a unidade requerida por Jesus é a "unidade da fé", ou seja, a de uma fé comum, sendo ele próprio a origem e o alvo dessa fé adotada pelos seus seguidores. Por isso ele dizia que quem não era contra ele, era por ele, mesmo que não pertencesse àquele grupo que o acompanhava (Lucas 9.49,50). Quando Jesus se refere a essa unidade, a meu ver, ele não está exigindo que todos adotem uma mesma linha teológica humana. Ele nem mesmo se preocupou em nomear a sua igreja, considerando-a apenas como "a minha igreja" (Mateus 16.18), para que ninguém se arrogasse o direito de considerar a igreja que frequenta como sendo a única verdadeira. A unidade a que Jesus se refere, penso eu, é aquela que une as pessoas em uma mesma fé bíblica. Neste sentido, já somos "um" em Cristo, porque possuímos a mesma fé nele e compartilhamos de uma salvação comum. Até que cheguemos "à medida da estatura da plenitude de Cristo" (Efésios 4.13), estaremos sendo aperfeiçoados nessa unidade. (João 17.23).

Pb. Samuel Junqueira
(Enviado via e-mail)

domingo, 23 de junho de 2013

ENCONTRO DE MISSÕES

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quarta-feira, 22 de maio de 2013

OS PROBLEMAS DELES... OU MEUS


"Esconde o teu rosto dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniquidades" (Salmos 51:9).

Um homem foi visitar um psiquiatra. Ele tinha uma fatia grossa de toucinho em cada orelha e um ovo em cima de sua cabeça. Disse o homem: "Doutor, eu preciso conversar com o senhor sobre um problema de minha esposa." Dr. Jerry Vines (Serviços de Capelania, 22/04/1997)

Nem todos nós temos problemas de saúde mental como aquele homem, porém, muitos de nós temos a mesma mania de achar que os problemas, os erros, as falhas e as imperfeições estão sempre nas outras pessoas. Estamos certos e todos estão errados. Somos os santos e os demais são os pecadores.

Na igreja, os resultados não são os melhores porque o irmão fulano e a irmã beltrana não levam a obra de Deus a sério. No trabalho, enquanto nos esforçamos e damos o que temos de mais positivo, outros são relaxados e preguiçosos. Em nossos relacionamentos,as coisas vão de mal a pior porque os amigos
se mostram indiferentes e alheios às circunstâncias. Os defeitos são deles e as virtudes são nossas.

Por que não somos inteiramente felizes? Por que não conseguimos realizar nossos sonhos? Por que nossos objetivos são sempre interrompidos? Por que caminhamos sem parar e não chegamos a lugar algum? Quem é o culpado de nosso aparente fracasso?

É provável que ninguém seja culpado, nem mesmo nós mesmos. O que nos falta é dedicação, determinação, confiança plena no Deus que está ao nosso lado e prometeu nos ajudar. O que nos falta é deixar de lado todo o desânimo, toda a inquietação, todas as murmurações e lamentações. Falta-nos fé -- e o Senhor Jesus está pronto a nos encher dessa maravilhosa fé e certeza de vitórias.

Esqueçamos os outros. Deixemos de lado o pensamento de que estão errados. Confiemos em Deus e na força que Ele nos dá. Nós venceremos... aprenderemos a ver virtude nos demais... e, principalmente, em nós mesmos.

Em vez de procurarmos um psiquiatra, busquemos a Deus. Em vez de Lhe falar dos problemas dos que nos cercam, falemos da bênção de tê-Lo no coração e dos acertos que passaremos a ter por crer totalmente nEle.

Paulo Barbosa
Um cego na Internet
Ministério Para Refletir - 16 anos de vitórias!

JOVENS EM AÇÃO EM SANTO EDUARDO

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sexta-feira, 19 de abril de 2013

A CRUZ TROCADA


Há poesia chamada “A cruz trocada”, que fala de uma mulher que , muito cansada, achou que a sua cruz era mais pesada do que a das pessoas à sua volta, e desejou trocá-la por outra.
Certa vez sonhou que tinha sido levada a um lugar onde havia muitas cruzes, de diversos formatos e tamanhos.
Havia uma bem pequena e linda, cravejada de ouro e pedras preciosas.
“Ah, esta eu posso carregar facilmente”, disse ela.
Então a tomou; mas seu corpo frágil estremeceu sob o peso daquela cruz.
As pedras e o ouro eram lindos, mas o peso era demais para ela.
A seguir viu uma bonita cruz, com flores entrelaçadas ao redor de seu corpo e braços.
Esta seria a cruz ideal, pensou.
Então a tomou; mas sob as flores havia espinhos, que lhe feriam os ombros.
Finalmente, mais adiante, viu uma cruz simples, sem joias, sem entalhes, tendo apenas algumas palavras de amor inscritas nela.
Pegou-a, e viu que era a melhor de todas, a mais fácil de carregar.
E enquanto a contemplava banhada pela luz que vinha do céu, reconheceu que era a sua próprio cruz.
Ela a havia encontrado de novo, e era a melhor de todas, e a que lhe pareceu mais leve.
Deus sabe melhor qual é a cruz que devemos levar.
Nós não sabemos o peso da cruz dos outros.
Invejamos uma pessoa que é rica; a sua cruz é de ouro e pedras preciosas, mas não sabemos o preço que tem.
Ali está outra pessoa cuja vida parece muito agradável.
Sua cruz está ornada de flores.
Se pudéssemos experimentar todas as outras cruzes que julgamos mais leves do que a nossa, descobriríamos por fim que nenhuma delas é tão certa para nós como a nossa.



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